Hoje queria mostrar variações de fotos da noiva (Nós!!!..rs..) com o seu bouquet.
Acho imprescindível para o nosso álbum uma foto desse estilo.
INSPIREM-SE!
Beijus!
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Detalhe: Foto de pista animada SEM adereços! |
“Me manda um email com o estilo de vestido que você gosta (pode ser foto de um site, link, ou uma descrição mesmo), data do casamento e orçamento máximo, e quem sabe não encontramos um modelo lindo pra você também? No nosso blog tem muito vestido lindo de festa, e ao contrário dos de noivas (que são mesmo só por encomenda) os que estão no blog você pode comprar, experimentar e devolver se não gostar dele no corpo, ou não servir mesmo (mas a gente sempre confere as medidas antes de mandar, então não servir é raro). A gente devolve o dinheiro do vestido todinho, só não devolvemos o gasto com o frete por que isso não tem jeito, não é? E compramos vestido de festa por encomenda também, super comum com mães de noivas e madrinhas.”
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Fonte: AmareloOuro |
"Essa prática sempre foi um problema com essa (NSB) Igreja principalmente, mas nós nos unimos contra isso e temos a ABRAFESTA que é uma associação que participamos e através dela conseguimos que TODOS os profissionais trabalhassem normalmente nessa igreja. Se eles continuam falando isso, reportaremos aos responsáveis porque é proibido essa relação. Vocês podem escolher o profissional que quiserem do mercado e o máximo que a Igreja pode exigir, é um contrato social da empresa e vão pedir pra que ele pague uma taxa pelo dia de trabalho, que será repassada à vcs...( algo por volta de R$ 300,00)"
São essas as rendas que encontramos no nordeste do nosso país BELAMENTE feito pelas mãos das artesãs."A renda é um tecido com padrão de orifícios e desenhos feitos à mão ou à máquina. Os tipos mais comuns são a renda de bilros e a renda de agulha. A renda de bilros é criada pela manipulação de numerosos fios, cada um deles presos a um bilro, sendo em geral trabalhada sobre uma almofada."
"A de agulha é confeccionada dando-se laçadas com o fio (estando uma extremidade presa a uma agulha e outra presa a uma base) em pontos simples ou complexos, o que resulta num padrão ou desenho preestabelecido. Acredita-se que renda de bilros seja originária de Flandres (região belga) e a de agulha, da Itália.
Nos séculos XVIII e XIX, os centros de produção de rendas de bilros eram Chantilly e Valencienses, cada um com desenhos próprios. Alençon, Argentan e Veneza são centros associados à renda de agulha. De início, o uso das rendas restringia-se aos mantos do clero e da realeza, geralmente sob a forma de passamanaria dourada ou prateada. Nos séculos XVII e XVIII, a renda já era usada em adornos de cabeça, babados, aventais e enfeites de vestidos. No início do século XIX, era muito empregada em vestidos; vestidos de chá; véus; casaquinhos; luvas; e os adornos de guarda-sóis e regalos,bertas, fichus, lenços e xales também foram feitos de renda.
Antes do século XIX ela costumava ser produzida em fios de linho, mas o algodão tornou-se mais comum. A renda feita à máquina surgiu no final do século XVIII, embora não fosse patenteada até meados do século XIX. A popularidade da renda caiu no final do século XIX e início do século XX. Desde essa época, raramente é usada e ficou associada à confecção de lingeries.A renda nunca desapareceu por completo da moda, pois nos vestidos de noivas e debutantes ela sempre aparece. O alta-costura francesa também não dispensa o uso de uma bela renda."
"Foi Catarina de Médici que introduziu o uso da renda na corte francesa. Isso causou um consumo exagerado e desenfreado, o que fez com que os cofres franceses fossem praticamente esvaziados devido aos custos de importação. Foi promulgado um decreto pelo rei da frança, que proibia o uso da renda, tamanho foi o caos.
No entanto, descobriu-se que era melhor produzir do que importar o produto.
Foi Colbert, ministro de Luiz XIV, que teve a brilhante idéia e em 1665 fundou em Alençon, as “Manufaturas reais o ponto de França” -tocadas pelas mãos de 30 rendeiras de Veneza e 200 de Flandes.
No Brasil a renda de bilros foi trazida pelos portugueses e durante muito tempo foi a ocupação de freiras nos conventos. Elas teciam alfaias para os altares das igrejas. Tanto no Brasil como em Portugal, atualmente a renda de bilro é feita por mulheres no norte/nordeste litorâneo do país. Esse fator é associado à chegada das rendas pelos litorais."